Dois dias de prática deliberada em simulação. Da laringoscopia direta à cricotireoidostomia cirúrgica, passando por sequência rápida, via aérea difícil prevista, situação NINO e ventilação pós-intubação. Você decide e executa, sem depender da anestesia para cada caso.
Os cenários abaixo não são teoria. São as situações em que a competência real aparece ou falta.
Três da manhã, desconforto respiratório progressivo, a primeira tentativa de laringoscopia falha e a saturação começa a cair.
Não há anestesista disponível. A decisão de intubar, de quando e como, é inteiramente sua.
Os preditores de via aérea difícil que você só reconhece tardiamente, já com o laringoscópio na mão.
Sequência rápida montada na pressa, doses estimadas de cabeça, sem checklist e sem plano B definido.
Cenário NINO, não intubo e não oxigeno. A única saída é a via cirúrgica que você nunca treinou de verdade.
Paciente intubado, porém instável. A hipotensão e a deterioração pós-IOT que ninguém ensinou a antecipar.
O modelo é o mesmo usado para formar pilotos, atletas de elite e cirurgiões: repetição estruturada, dificuldade crescente e feedback individualizado. Você sai tendo executado, não tendo assistido.
Estações de repetição com objetivo definido e correção em tempo real. A habilidade motora é treinada até virar automática, não demonstrada uma vez.
Complexidade que cresce caso a caso, com briefing e debriefing desenhados para o que cada aluno precisa corrigir. Aqui o erro é seguro e vira aprendizado.
Você treina nos equipamentos que vai encontrar no plantão: videolaringoscópio, Airtraq, VieScope, SALAD, máscara laríngea, fibroscópio e kit de crico.
A estrutura Aevora aplica prática de recuperação e espaçamento ao conteúdo teórico. O objetivo é compreensão que permanece, não decoreba que evapora na semana seguinte.
Intensificar o domínio do manejo da intubação na emergência, das habilidades motoras dos principais dispositivos às técnicas avançadas de resgate e à tomada de decisão na via aérea difícil.
Principais dispositivos da emergência, indicação de intubação, avaliação dos preditores de dificuldade, preparo completo (material, técnica e medicações) e pré-oxigenação.
Reconhecimento e decisão nas técnicas de resgate diante de via aérea falha e situação NINO: BVM, máscara laríngea, videolaringoscopia, fibroscópio, intubação retrógrada, crico e traqueostomia de emergência.
Reconhecimento e estabilização da via aérea fisiologicamente difícil, opções de vasopressores e suas indicações com a evidência por trás, e cuidados pós-intubação.
A sequência das atividades pode sofrer pequenos ajustes para otimizar o aprendizado da turma.
Simulação de alta fidelidade, monitorização real e debriefing estruturado, conduzidos pela Dra. Jule e equipe em turmas anteriores do curso.
Intubar é metade do trabalho. A outra metade é o ventilador. O curso online da Aevora sobre ventilação mecânica na emergência fica liberado já na confirmação da inscrição, para que a competência da via aérea continue do tubo para o respirador.
Toda a teoria do curso gravada, para revisar antes do plantão sempre que precisar.
Revisão por repetição espaçada para fixar condutas e doses no longo prazo, com o algoritmo que sustenta a retenção real.
Material de referência completo para consulta rápida no dia a dia da emergência. Pedido recorrente de turmas anteriores, agora incluído.
O conjunto de bônus, curso de Ventilação Mecânica online, aulas teóricas na plataforma por 12 meses, app de flashcards e apostila, está incluído para quem garante a vaga durante o lote promocional. É a forma de você não perder o que aprendeu quando os dois dias terminam.
Médica emergencista e educadora médica em Brasília. Título de Especialista e Título Superior em Medicina de Emergência pela ABRAMEDE/AMB, com formação em Medicina Interna.
Supervisora de dois programas de residência em Medicina de Emergência (SES-DF/ESP-DF e Hospital Santa Lúcia Sul) e coordenadora da Comissão de Formação da ABRAMEDE. Criadora da plataforma Emergência Rules, Associate Director do Foundations of Emergency Medicine (tradução para o português) e coordenadora dos cursos SimulaCER na SimulaMed. Mestranda em Educação pela UnB.
A Aevora é uma empresa de capacitação médica fundada pela Dra. Fernanda Costa e pelo Dr. Hélio Pires, a partir de uma inconformidade: a maior parte da formação médica ensina para a prova, não para o plantão. O conhecimento entra, é decorado e evapora.
Nosso trabalho é o oposto. Aplicamos a neurociência do aprendizado, prática de recuperação, repetição espaçada e dificuldade crescente, para que o que você aprende se consolide e continue disponível quando o paciente instável chegar.
Neste curso, a Aevora não ensina a técnica. O domínio clínico da via aérea é da Dra. Jule. O papel da Aevora é a curadoria, a estrutura e o método que transformam dois dias intensos em competência que permanece.
"Atualizações e embasamento científico constante em tudo que é mostrado e ensinado. A Jule é realmente fora da curva no domínio e na capacidade de expor o conteúdo de forma dinâmica e aprofundada."
"A Jule tem uma didática incrível, conseguiu prender minha atenção em todas as aulas."
"O curso é ótimo e tenho certeza que farei novamente. Os assuntos foram muito bem abordados."
"A sistematização de condutas estimulou o pensamento crítico, racional e rápido."
"As práticas, a discussão ao final dos casos e a troca de experiências entre colegas. Queria que outros colegas tivessem essa experiência de aprendizado."
"Achei o curso muito completo. O que mais gostei foi a didática e as simulações."
"Temas atualizados e baseados em evidências. O excelente trabalho de vocês impacta positivamente na vida de muitos pacientes."
"Foi uma experiência muito enriquecedora, tanto pelo conteúdo de qualidade quanto pela disponibilidade da equipe em ensinar."
"As dinâmicas de aula intercaladas com as simulações fazem você assimilar muito melhor o conteúdo."
Turma de 24 alunos. O limite não é comercial, é físico: prática hands-on exige razão real de instrutor e equipamento por participante.
Por ser um evento presencial com vaga nominal, infraestrutura de simulação e logística reservadas para você, a inscrição é confirmada no pagamento e não é reembolsável. Em contrapartida, o que você aprende permanece: a teoria fica disponível na plataforma por 12 meses e o conteúdo vai com você na apostila e no app de revisão.
Dois dias de prática deliberada agora valem mais do que anos adiando a primeira crico de verdade para o dia em que ela for inevitável.
Garantir minha vaga →P.S. A teoria você revisa quando quiser, na plataforma. A oportunidade de treinar a falha da via aérea em ambiente seguro, com correção em tempo real, acontece nesses dois dias. São 24 lugares.